16 de maio de 2011

Biografia - AC DC

                                                                     HISTORIA:

No começo, em 1955, a face do rock and roll estava mudando rapidamente. Este foi o ano em que Elvis apareceu pela primeira vez nas paradas, Bill Halley and the Comets fazia todos dançarem em volta do relógio, Chuck Berry encontrava Muddy Waters, e o maior guitarrista de todos os tempos, Angus Young, nascia. Mas ele não nasceu um rock-star, claro... para chegar lá ele teve uma pequena ajuda de seus irmãos.
Angus e Malcolm foram apresentados ao cenário do rock and roll por seu irmão mais velho, George. Ele se tornou um grande astro na Austrália em meados da década de 60 com um grupo chamado Easybeats. Isto deixou uma impressão nos dois irmãos mais novos e os dois acabaram aprendendo a tocar guitarra, tomando lições de George quando este não estava em turnê. Depois eles montaram a sua própria banda.
Malcolm participou de algumas bandas de garagem que não chegaram a lugar algum. Em 1971 chegou a participar de uma banda chamada Velvet Underground (uma homônima, não a que ficou famosa com Lou Reed e Nico). Angus, por seu lado, montou uma banda chamada Tantrum. As únicas apresentações foram em festas escolares. Isto durou até 1973, quando ambos se juntaram para formar o AC/DC.
A estréia do AC/DC ocorreu na festa de ano novo de 1973 no clube noturno Sydney's Chequers. A formação inicial da banda contava com Angus na guitarra solo, Malcolm na guitarra base, Colin Burgess na bateria, Van Knedt no baixo e Dave Evans nos vocais. A formação sofreu diversas alterações. Primeiro Colin Burgess saiu, sendo substituído por Ron Carpenter. Depois Larry Van Knedt saiu sendo substituído por Rob Bailey. Carpenter não durou muito e foi substituído por Russell Coleman, logo depois trocado por Peter Clark.
A formação Young / Young / Evans / Bailey / Clark gravou o primeiro single da banda, "Can I Sit Next to You Girl / Rockin' In the Parlour". As próximas mudanças na formação foram decisivas. O motorista da banda, Bon Scott, disse que sabia tocar bateria e logo tomou o lugar de Peter Clarks. Ele também trouxe para a banda Bruce Houwe, baixista, substituindo Bailey. Não demorou muito para que Angus e Malcon se cansassem de Dave Evans que assumia uma postura cada vez mais glam rock. Então Evans saiu e Bon se tornou o frontman do AC/DC. Logo depois Houwe saiu e George Young assumiu o baixo.
O álbum de estréia do AC/DC, "High Voltage" foi gravado em apenas 10 dias e lançado na Austrália em Fevereiro de 1975. Phill Rudd e Mark Evans foram chamados para assumir a bateria e baixo. Esta formação gravaria os próximos três álbuns, "TNT" em 1975 e "Dirty Deeds Done Dirt Cheap" em 1976. As gravações de "TNT" foram lançadas em alguns países apenas como parte integrante do álbum "High Voltage".
"Let There be Rock" saiu em 1977. É deste disco um dos maiores clássicos da banda, presente em todos os shows desde então, "Whole Lotta Rosie". Durante a turnê uma briga entre Angus e Mark levou este último a abandonar a banda. Não se trataram de diferenças musicais ou coisa parecida, e sim de uma briga de verdade, com os punhos, aparentemente por causa de uma mulher.
O AC/DC não teve problemas em conseguir um novo baixista. Rapidamente contrataram Cliff Williams, que está na banda desde então. Esta formação gravou alguns dos melhores álbuns do AC/DC. Em 1978 saiu "Powerage". Depois lançaram o álbum ao vivo "If You Want Blood You've Got It" que foi gravado a partir de fitas de diferentes shows em 1978.
Finalmente gravaram o que é considerado o melhor disco da era Bon Scott, "Highway to Hell", em 1979. O título é uma referência (e uma sátira, claro) a "Stairway To Heaven", do Led Zeppelin. Vem deste disco (pelo título e por causa da gravura da capa) a fama de satanistas do AC/DC. Os boatos de pacto com o diabo e de que a banda seria uma má influência para a juventude foram reforçados quando um famoso assassino que se entitulava Night Crawler foi preso e se declarou fã da banda.
O AC/DC estava recebendo sua merecida popularidade mundial quando uma tragédia aconteceu. Em 19 de fevereiro de 1980 o vocalista da banda, Bon Scott, foi achado morto no banco de trás do carro de um amigo. Em um pronunciamento oficial à imprensa foi informado que Bon morrera de causas naturais, mas como ele havia bebido muito na noite anterior, acredita-se que ele tenha morrido ao desmaiar e se sufocar com seu próprio vômito. Há também boatos de que haveria heroína envolvida, mas a verdade nunca será comprovada.
A questão era decidir se deveriam continuar. Malcolm e Angus rapidamente decidiram que deveriam, e começaram a procurar o substituto em março. Muitos se apresentaram, mas nenhum parecia o artista certo por uma razão ou por outra. Um fã de 14 anos de Chicago enviou uma carta ao AC/DC recomendando o cantor Brian Johnson, que tocava na banda Geordie. Malcolm lembrou de ter assistido a um show da banda Geordie e que o próprio Bon havia comentado sobre que grande cantor Brian Johnson era. A banda fez uma audição com Johnson e pronto.
O próximo álbum da banda, "Back in Black", foi uma obra de arte. Bon havia escrito 15 músicas antes de sua morte, mas todas as composições foram abandonadas. A banda achava que não seria certo que outra pessoa cantasse as músicas de Bon, então compuseram o álbum inteiro novamente. O álbum foi lançado em julho de 1980, com uma capa preta como tributo a Bon Scott. Esta gravação se tornou na época o disco heavy metal mais vendido, com mais de 10 milhões de cópias.
O AC/DC alcançou o auge da fama por volta de 1981. "Dirty Deeds Done Dirt Cheap" foi finalmente lançado nos Estados Unidos e rapidamente se tornou um sucesso, chegando a vender mais que "Back in Black" durante algum tempo. Eles finalmente eram super-stars.
A formação que gravou "Back in Black" gravou mais dois álbuns. Em 1981 lançaram "For Those About to Rock We Salute You", que foi o seu único álbum a atingir o número 1 na Bilboard.
Após uma imensa turnê mundial gravaram "Flick of the Switch" em 1983. O baterista Phil Rudd estava envolvido com drogas e pouco participou das gravações. Uma briga (de verdade, com os punhos) entre ele e outro membro da banda não revelado ao público foi a gota dágua para que ele fosse despedido da banda.
Para achar um novo baterista o AC/DC colocou um anúncio em uma revista de heavy metal, não dizendo de que banda se tratava. Quando Simon Wright, que tinha 20 anos na época, apareceu para a audição, ficou surpreso ao descobrir que estava sendo testado para o AC/DC. De qualquer forma a banda gostou do que viu, Simon se juntou à banda, e esta formação gravou "Fly on the Wall" em 1985.
Em 1986 lançaram "Who Made Who", que é considerado por muitos um álbum de greatest hits da banda. Na realidade é apenas a trilha sonora do filme "Maximum Overdrive", de Stephen King. As canções foram escolhidas por Stephen, que é um grande fã do AC/DC.
Em 1988 gravaram "Blow Up Your Video", e mudaram novamente de formação. Desta vez o baterista saiu voluntariamente. Simon Wright sempre foi um grande fã da banda Dio e quando Ronnie James Dio o convidou a se juntarem, Simon não demorou a tomar a sua decisão. O substituto foi Chris Slade, que havia tocado com Tom Jones e o The Firm. O novo álbum "The Razor's Edge" foi gravado em 1990. Apesar de desfalcados de Simon, o álbum, produzido pelo próprio AC/DC em parceria com Bruce Fairbain (que havia trabalhado com Bon Jovi e Aerosmith), foi considerado por muitos o melhor álbum desde "For Those ABout To Rock".
Até esta época a banda havia lançado apenas um disco ao vivo. Decidiram então que era hora de um novo registro. Em 1992 "Live" foi lançado em dois formatos, CD simples e CD duplo, com a versão dupla, de circulação limitada, mais direcionada aos colecionadores.
Em 1995 foi anunciado que Rudd estaria de volta à banda. O novo álbum, "Ballbreaker", foi lançado em setembro. A turnê mundial começou em 1996, incluindo apresentações no Brasil.
Para cumprir uma cláusula de contrato com a gravadora que previa o lançamento de uma boxset, em 1997 começou a ser preparada a caixa "Bonfire". Ao contrário do caminho mais fácil de lançar uma grande coletânea de greatest hits, a banda preparou um verdadeiro tributo a Bon Scott. Pesquisas foram iniciadas para recuperar fitas-demos deixadas pelo vocalista bem como registros de shows. Malcolm, Angus e George passaram meses ouvindo material e escolhendo as gravações que melhor capturaram Bon Scott. A caixa foi lançada em novembro, composta por cinco CDs: a íntegra de um show para uma rádio em 1977 ("Live From The Atlantic Studios"), uma das últimas performances de Bon em 1979 ("Let There Be Rock - The Movie - Live In Paris", CD duplo), uma coletânea de demos, músicas inéditas e versões raras ao-vivo ("Volts") e o relançamento de "Back In Black" (com encarte original da versão em vinil e colocado na caixa por se tratar de um tributo a Bon Scott). "Bonfire" trazia ainda um livreto, poster, adesivo, tatuagem, palheta de guitarra e um chaveiro abridor de garrafas.
Em 1998, após tour mundial de lançamento da box-set e merecidas férias, começaram os trabalhos de composição e gravação para o novo álbum, trabalho este feito com calma excessiva, que resultaria no lançamento apenas em 2000 de "Stiff Upper Lip". Brian Johnson praticamente não participou do processo de composição do novo álbum, ocupado com seu trabalho de produtor de outras bandas e participação em projetos sol
                                                  DISCOGRAFIA:

15 de maio de 2011

Pink Floyd - Histórias

HISTÒRIA:
Em 1966 o rock and roll já não era mais o mesmo da década de 50. As músicas descompromissadas, arranjos simples e letras bobas sobre amor, garotas e carros estavam dando lugar a algo mais elaborado.
Os Beatles já haviam abandonado as baladinhas adolescente e compunham trilhas sonoras para viagens de ácido. No auge do verão do amor as letras políticas de Bob Dylan eram os lemas da campanha contra a guerra do Vietnã e faziam parecer irresponsável a música executada apenas com propósito de diversão. As letras românticas dos primeiros tempos começavam a dar lugar ao lema sexo,drogas e rock and roll.
Neste cenário de mudanças rápidas começou a surgir o movimento chamado de rock progressivo (ou progressista), marcado por letras profundas, músicas relacionadas entre si, arranjos complexos, instrumentos exóticos e acima de tudo muito experimentalismo. O que mais caracterizava o rock progressivo era a tentativa de não se prender a nenhum estilo ou regra predeterminado. Há controvérsias sobre qual teria sido o marco inicial do movimento progressivo. Alguns afirmam terem sido os Beatles, com o disco Sgt Peppers, os primeiros a abordarem o rock como algo mais além de simples diversão. A maioria, porém, aponta o Pink Floyd, com seu álbum Piper at Gates Of Dawn como o precursor do movimento.
O embrião do que viria a ser uma das mais influentes bandas da história foi o grupo Sigma 6, formado por Roger Waters, Rick Wright e Nick Mason, na época alunos da Faculdade de Arquitetura de Cambridge. Como é comum a toda banda iniciante, o estilo ainda não era definido, variando do rock ao folk, e as mudanças de formação eram constantes, assim como as mudanças no nome da banda (Abdabs e T-Sets). A grande virada da banda ocorreu quando se juntou a ela Roger "Syd" Barret, que havia estudado com Roger Waters na Cambridge High Scholl. Foi de Barrett a idéia do nome Pink Floyd Sound, mais tarde abreviado para Pink Floyd (o nome era uma homenagem aos blues-men Pink Anderson e Floyd Council, influências de Syd).
Syd Barrett era muito mais do que apenas músico. Movido por inspiração e LSD Syd era compositor, poeta, pintor e artista performático. Planejados e comandados por ele os shows do Pink Floyd eram muito mais do que apenas espetáculos sonoros. Usando truques simples de luz e projeção de slides o Pink Floyd tentava reproduzir em palco os efeitos de viagens de ácido e segundo muitos conseguia. Os shows iniciais dirigidos a um público underground composto de poetas e ativistas políticos rapidamente chamou a atenção da indústria musical. O Pink Floyd ajudava a inaugurar o rock experimental e cunhava o termo psicodelismo para definir o seu estilo de música.
O grupo é logo contratado por uma pequena gravadora, a Thompson Records, e grava um single com as músicas Lucy Leaves e I'm a King Bee, que teve uma excelente aceitação. Os apreciadores do Floyd não eram mais apenas fãs de sua música e passavam aos poucos a ser como que seguidores de uma doutrina, seguindo a banda aonde quer que ela fosse. A EMI, que havia a poucos meses classificado o trabalho da banda de "experimental demais", rapidamente os contratou. A banda começou no estúdio Abbey Road a gravação de seu primeiro álbum. Curiosamente, no mesmo estúdio e na mesma época os Beatles gravavam o disco Sgt Peppers. Nos corredores do estúdio foram compartilhadas drogas e opiniões musicais. Os discos resultantes, Sgt Peppers, dos Beatles, e The Pipers At Gates of Dawn, disputam entre si o título de marco da estréia do rock como obra de arte.
O sucesso do disco de estréia é atribuido principalmente à mente genial de Syd Barret, responsável pelos arranjos de estrutura indefinida, cheio de nuances e completamente imprevisíveis. A linha que limitava a genialidade e a loucura de Syd Barrett porém se tornava mais tênue a cada momento. Problemas mentais provenientes de uma infância conturbada se agravaram em virtude do uso excessivo de alucinógenos e Syd Barrett começou a apresentar um comportamento algumas vezes esquizofrênico e algumas vezes alienado. A situação se agravou até o ponto em que Syd Barret não conseguia mais tocar ou compor e se limitava no palco a tocar um único acorde e olhar para um ponto perdido no espaço. Foi convidado para preencher o espaço na banda o vocalista e guitarrista David Gilmour, antigo companheiro de escola de Roger Waters e Syd Barret.
Com Syd Barrett ainda oficialmente na banda embora não mais participasse dela ativamente, foi lançado o álbum Saucerful of Secrets. Ao contrário do que se podia esperar, apesar de não contar com a participação integral de seu criador e principal articulador, o Pink Floyd se sai muito bem. Aos poucos Syd Barrett é deixado de lado até ser definitivamente desligado da banda. Esquecido, Syd levou desde então uma vida comum, morando com a mãe e se dedicando a hobies como pintura e jardinagem.
O prestígio da banda cresce nos anos seguintes com os discos Ummagumma, Atom Heart Mother e Meddle, além das trilhas sonoras para dois filmes, More e Obscured By Clouds. O comando da banda havia sido assumido aos poucos com maestria por David Gilmour, que dividia com Roger Waters a responsabilidade de compor as músicas da banda.
Em 1973 a banda grava Dark Side Of The Moon, um dos álbuns mais bem sucedidos da história, que viria a permanecer mais de 20 anos entre os mais vendidos. Com este disco o Pink Floyd prova definitivamente que não dependia apenas do gênio de Syd Barrett e supera em todos os aspectos a obra prima que foi o primeiro disco. A EMI chegou a construir fábricas para fabricar exclusivamente este disco, que marca uma fase de trabalho conjunto e harmonia entre os membros da banda.
Segue-se Wish You Were Here, um trabalho conceitual e um verdadeiro tributo a Syd Barret. O tema da ausência é o pretexto para indiretamente homenagear e analisar o gênio louco. Curiosamente durante as gravações deste disco Syd Barret compareceu ao estúdio, gordo, sujo e careca, com uma imagem tão degenerada que custou a ser reconhecido pelos companheiros.
Animals, de 1977, inaugura a fase de protesto político-social da banda e também marca o início de um predomínio de Roger Waters sobre os outros músicos. O disco é baseado na peça teatral "A Revolução dos Bichos" de George Orwell e retrata as contradições e injustiças da sociedade capitalista.
Durante as gravações de The Wall surgem os primeiros atritos entre os membros, com Roger Waters tomando para si o controle da banda. The Wall era um tratado sobre a solidão e sobre o poder esmagador do sucesso, mas era antes de tudo uma auto-biografia do que Roger Waters se supunha ser. A obra, logo tachada de ópera-rock, seria lançada também em forma de filme.
Com o álbum The Final Cut agravam-se os problemas de relacionamento entre os membros, com Roger Waters tendo despedido Rick Wright e relegado os outros componentes da banda a pouco mais do que músicos de estúdio. Waters compôs o conceito e praticamente a totalidade das músicas, além de ter sido o responsável por todos os vocais. O álbum na realidade deveria ser um trabalho solo, mas a gravadora achou que seria mais lucrativo lança-lo como trabalho da banda.
Brigas entre os componentes restantes levaram Roger Waters em 1986 a anunciar o fim do Pink Floyd. Seguiu-se uma longa batalha judicial entre os advogados de Roger Waters e David Gilmour. A justiça decidiu que o nome da banda não pertencia a Roger Waters. Rick Wright foi trazido de volta e em 1987 foi lançado A Momentary Lapse Of Reason. Segue-se o segundo disco ao vivo da banda, Delicate Sound Of Thunder (lembrando que um dos discos Ummagumma era ao vivo)
Em 1994, num clima de volta triunfal, após alguns anos sem gravar e sem se apresentar ao vivo, a banda volta com The Divison Bell, disco que teve excelente aceitação por parte da crítica e do público. Pouco mais tarde, em 1995 é lançado Pulse, uma outra gravação ao vivo.
Is There Anybody Out There, é lançado no final de 1999, e se trata de mais um disco ao vivo, que apesar dos boatos de serem da mais recente tournê, segundo David Gilmour, é na verdade, da tournê do The Wall, gravado entre 1980/1981.
Após anos sem material novo de estúdio, o Pink Floyd 'some', deixando em aberto uma possível volta que seria aguardada por muito tempo, várias vezes anunciada mas nunca concretizada
CURIOSIDADE:


  • Antes de se tornar famoso, o Pink Floyd teve diversos nomes: Sigma 6, T-Set, The Megadeaths, The Architectural Abdabs e inclusive, antes do definitivo, também se chamaram The Pink Floyd Sound.
  • O nome definitivo de “Pink Floyd” é a união dos nomes de dois músicos de blues da Geórgia, Pink Anderson e Floyd Council.
  • O disco “The Dark Side Of The Moon”, o mais famoso da banda, vendeu mais de 25 milhões de cópias. Segundo estatísticas, um em cada cinco lares em Londres tem esse disco.
  • Ao ouvir de trás para frente a canção “Empty Spaces”, ouve-se uma mensagem secreta dizendo o seguinte: “Parabéns, Você descobriu a mensagem secreta. Por favor envie sua resposta para Old Pink, aos cuidados da fazenda engraçada, Chalfont. Roger, Caroline ao telefone.” A pessoa que descobriu a mensagem foi um DJ de uma rádio de Nova York em março de 1980.
  • O porco inflável utilizado na capa do disco “Animals” foi fortemente amarrado para que não voasse, além de ter sido contratado um atirador caso isso ocorresse. Mas logicamente isso aconteceu: o porco se soltou e o atirador falhou em sua tentativa. Aviões que passavam pela zona detectaram o objeto em seus radares e avisaram à torre de controle que viam um OVNI e que não sabiam de onde vinha. O grupo arcou com uma multa pesada pelo ocorrido.

Biografia - Eric Clapton


Eric Clapton nasceu em Ripley, Inglaterra, em 30 de março de 1945. A paixão pelo R&B de artistas como Robert Johnson e Muddy Watters o levou a desde cedo aprender a tocar guitarra e participar de todas as bandas que pudesse.
Expulso da escola de artes por rebeldia, aprendeu a tocar em pubs e pequenos shows. Se juntou aos Yardbirds, banda inglesa de grande influência que teve o mérito de reunir três dos maiores guitarristas de todos os tempos em sua formação: Eric Clapton, Jeff Beck e Jimmy Page (que mais tarde formaria o Led Zeppelin).
Abandonou os Yardbirds em 1966 e após duas passagens pelos Bluesbreakers, da qual saiu por não suportar a rigidez de J. Mayall, formou, juntamente com o baterista Ginger Baker e o baixista Jack Bruce, a banda Cream, que gravou três álbuns e se desfez por diferenças musicais após menos de dois anos de carreira muito produtiva.
Com o fim do Cream Clapton se tornou músico de estúdio, gravando um disco solo e tendo uma rápida passagem pela banda Blind Faith com quem gravou um único disco. Entre outras participações especiaisgravou com os Beatles o solo de guitarra da música While My Guitar Gently Weeps. A sua ligação com osBeatles porém infelizmente não se resumiu a sua participação em algumas músicas; durante anos manteve um relacionamento mais do que amigável com Patty Boyd, esposa de George Harrison, num triângulo amoroso que durou anos, a início às escondidas e depois abertamente, o que incrivelmente não abalou a amizade entre os guitarristas.
Juntamente com dissidentes da banda Delanie and Bonnie and Friends (que abria shows para o Blind Faith), Clapton montou a banda Derek and The Dominos, com quem lançou um de seus maiores sucessos, a música "Layla", abertamente dedicada à esposa de George Harrison. Participava também da banda Duane Allman (do Allman Brothers)
"Layla and other assorted songs" foi um fracasso de vendas, e por isso a gravadora imprimiu nos discos a frase "Derek is Eric", afim de alavancar as vendas. Não só a música "Layla" como todo o resto do album é dedicado à Patty Boyd, inclusive uma inspiradíssima "Have you ever loved a Woman", onde ele canta "Have you ever loved a Woman so much you drown in pain, 'cus everytime you know she belongs to your very best friend"
No início da década de 70 os problemas pessoais e conflitos emocionais levaram Clapton a uma difícil fase de vício em heroína, e um consequente ostracismo durante alguns anos. A volta ocorreu em 1974 com a inesperada "I Shot The Sheriff", um reggae. Clapton foi o responsável pelo lançamento para as paradas mundiais de Bob Marley. A boa fase musical rendeu também o clássico "Cocaine" em 1978. Durante a década de 80 a aceitação por parte do público foi crescente.
Em 1990 Clapton ganhou seu primeiro Grammy com a música Bad Love. Sua fama aumentava ainda como compositor de excelentes trilhas sonoras para filmes (entre outras, "Rush").
Em 1992 ironicamente alcançou o maior sucesso de sua carreira com a música "Tears In Heaven", dedicada ao filho morto aos quatro anos ao cair da janela do apartamento da namorada de Clapton. O disco acústico contendo a música e regravações de outros clássicos foi um sucesso absoluto e ganhou dezenas de prêmios, inclusive seis Grammys. O disco Unplugged marcou ainda uma volta de Clapton às suas raízes de blues, confirmada com o álbum "From The Craddle", apenas de canções tradicionais, um tributo aos clássicos que influenciaram o seu estilo.
Eric Clapton é considerado um dos mais perfeitos guitarristas da história, tocando com extrema técnica e sentimento, além de um estilo inconfundível. No auge da adoração de seus fãs na década de 70 uma pichação em um muro de Londres resumia o fascínio que sua música exercia: "Clapton Is God".
Seu último trabalho foi o "Me And Mr. Johnson", onde reinterpreta clássicos do bluesman Robert Johnson.

Vida Bandida - Lobão

     No dicionário diz que o significado da palavra monotonia é repetição,tudo que esta magnifico disco não é,gravado e lançado em 1987,também no mesmo vinil o ouvinte deparasse com com um Lobão mostrando totalmente a sua vida bandida(já que nesta época o musico estava preso por porte de drogas).Detalhe muito significante para o conhecimento do ouvinte e consequentemente leitor(já que é possível ler o encarte dos discos e com isso adquirir conhecimento sobre rock),o musico toca em todas as faixas bateria se mostrando um mega musico.Mas o disco não vive somente de criticas positivas,os menos conhecedores de rock and roll,acreditam que o disco é mal tocado e mal produzido,mal produzido talvez,mas vale a pena levar em consideração que o LP foi produzido enquanto Lobão estava preso.
      Sucesso,classicos,o sucesso imediato do disco rendeu o Lobão classicos executadas até nos hoje nos seus shows atuais,as vendas foram super positivas,cerca de 300 mil cópias,mas o ponto alto que o ouvinte deve prestar a atenção são nas faixas "vida bandida,vida louca vida,chorando no campo(essa lembrando bob dylan e seu Folk,as menos conhecidas na natureza dos lobos(este o nome que o LP deveria se chamar,mas vida bandida cá entre nós ficou muito melhor).
       Recomendo a todos ouvirem,quem não ouviu que escute,pois trata-se de um classico do nosso rock.
         Aqui esta o link para quem quiser baixar e desfrutar do bom e velho rock and roll.
http://casaderocknacional.blogspot.com/2009/01/lobo-vida-bandida-1987-download.html

Biografia - Lobão


João Luiz Woerdenbag Filho, o Lobão, nasce no Rio de Janeiro. Aos seis anos ganha sua primeira bateria de brinquedo e aos 13 um instrumento profissional. Dois anos depois desiste de tocar bateria para se dedicar ao violão clássico.

1974 – Aos 17 anos Lobão volta à bateria e vai para São Paulo com o grupo Vímana, para tornar-se músico profissional. A banda era formada por Lulu Santos, Ritchie, Luis Paulo e Fernando Gama e durou cerca de três anos. A sua primeira apariçnao para o grande público foi tocando bateria numa peça da atriz Marilia Pêra. Além disso, Lobão tocou bateria como free lancer para artistas como Luis Melodia e Walter Franco.

1980 – Lobão conhece Marina e, ao lado do compositor Bernardo Vilhena, eles começam as seções de composição do primeiro álbum da cantora. Enquanto isso era formada a Blitz com Lobão na bateria. Mas por não concordar com o direcionamento músical que a gravador impós, Lobão resolve seguir seu próprio caminho.

1982 – Lobão lança seu primeiro trabalho solo “Cena de Cinema”, pela gravadora RCA (hoje, BMG). Dois anos depois monta a banda “Lobão e os Ronaldos”.

1988 – Autor de vários sucessos como “Me Chama”, “Vida Bandida”, “Rádio Blá”, “Decadence avec Elegance”, “Vida Louca Vida” e “Corações Psicodélicos”, Lobão realiza o primeiro encontro da música pop com o samba. Chama a bateria da Estação Primeira da Mangueira para participar de seu disco “Cuidado!” e de seus shows. Os shows batem vários recordes de público nos principais palcos do Brasil. Lobão também grava com ícone da MPB Nelson Gonçalves, “A Deusa do Amor”, O encontro histórico entre as duas gerações está registrado no disco de nelson chamado “Nós”.

1990 – Lobão lança o disco “Vivo!”, gravado durante o Festival Hollywood Rock ( estádio do Morumbi-SP).

1995 – O cantor lança o disco “Nostalgia da Modernidade” (Virgin) e inicia uma trilogia que engloba música eletrônica, rock and roll, samba e bossa nova. Três anos depois ele graca o disco “Noite” (Universal), centrado basicamente em música eletrônica.

1999 – Lobão fecha a trologia com o premiado “A Vida é Doce”, lançado pelo seu selo Universo Paralelo. O período marca a primeira grande mudança na vida do artista. Lobão se torna independente e lança seu disco nas bancas de jornal de todo o Brasil. O compositor alcança a sua segunda melhor vendagem e se torna um ícone da música independente no Brasil. Participa de grandes festivais independentes pelo país, em uma vitoriosa turnê com mais de trezentas palestras em universidades e rádios comunitárias. O sucesso da venda de CDs em bancas de jornal foi tamanho que o exemplo foi seguido por vários artistas, como Beth Carvalho, Titãs, Naná Vasconcelos, Supla, entre outros.

2003 – Lobão volta a se destacar como agitador cultural lançando a revista “OUTRACOISA”, em parceria com a L & C Editora. A revista tem participações de grandes artistas e pensadores de nossa cultura contemporânea. Também lança um músico independente a cada número.

2005 – Lobão se envereda para TV, onde apresenta o programa Saca Rolha, na Play TV, junto com o multimídia Marcelo Tas e a modelo Mariana Weickert. Os três recebem todos os dias, de segunda à sexta, um convidado para juntos debaterem os grande temas nacionas e internacionais.

2007 – Lobão grava o projeto “Acústico MTV”, com releituras de seus grandes sucessos e mais duas novidades, “O Mistério”, composta em parceria com Lulu Santos nos tempos de Vímana; e participação especial da banda Cachorro Grande na música “A gente Vai se Amar”. A nova turnê celebra mais de 25 anos de carreira.

2008 – Depois de lançar o elogiado CD/DVD “Acústico MTV”, o cantor e compositor também aceita um convite para ser apresentador da MTV.

2010 - Lobao prepara sua biografia que sera lançada no final do ano pela editora Nova Fronteira . Tambem lançara a caixa com os discos de sua carreira pela Sony Music.
                         DISCOGRAFIA:
1982 - Cena de cinema
1984- Ronaldo foi pra guerra
1986 - O rock Errou
1987 - Vida Bandida
1988 - Cuidado
1989 - Sob o sol de  parador
1990 - Vivo
1991 - O inferno é fogo
1995 - Nostalgia da modernidade
1998 - A noite
1999 - A vida é doce
2001 - Uma odisséia no universo paralelo
2005 - Canções dentro da noite escura
2007 - Acustico MTV