1 de abril de 2013

CBF, a máfia que controla o futebol brasileiro


A CBF(confederação brasileira de futebol), como sabemos usa o nome da federação, executa o hino nacional em jogos, ou seja, uma pátria de chuteiras. Possui lucro exorbitante, uma verdadeira empresa privada.
Ricardo Teixeira fora presidente da CBF durante décadas. Nesse tempo recebeu inúmeras acusações. Livrou-se com há ajuda de parlamentares amigos. Até CPI(comissão parlamentar de inquérito) do congresso nacional decidiu investigar o mandatário quando o Brasil foi derrotado de maneira misteriosa, na final do mundial de 1998 pela França. Alguns até afirmam que Teixeira se reuniu com jogadores da seleção horas antes da decisão.
Assinou um contrato milionário com Nike, em 1996, girando algo em torno de 160 milhões de reais. A entidade Brasileira que controla nosso futebol apresentava lucros, porém após há assinatura do contrato recheado, passou de maneira oculta a não apresentar mais lucros. E aí, será que o cartola tem culpa no cartório ?
Logo após a campanha vitoriosa da seleção no mundial dos Estados Unidos em 1994, Teixeira chegou há chantagear um policial federal no aeroporto galeão no Rio de Janeiro. Junto de sua bagagem afirmam jornalistas, possuía uma Máquina de chopp, entre outros equipamentos para seu restaurante na zona sul carioca. Em 2007, a bancada da bola agiu novamente sob influência de Ricardo Teixeira e de 12 governadores  que previamente foram à Europa a convite de Ricardo Teixeira, por ocasião da escolha do país sede da Copa do Mundo de 2014, para impedir a instalação da CPMI do Corinthians/MSI, com a retirada de votos a favor da CPMI na última hora. O argumento era que a CPI poderia influenciar na escolha da sede. No epsódio, 71 parlamentares mudaram de opinião, e apenas 3 se justificaram.
Sobre o episódio, Juca Kfouri escreveu: Momento trágico: nada mais repulsivo que a campanha do presidente da CBF contra a CPMI Corinthians/MSI. E nada mais revelador de quem são alguns parlamentares de todos, rigorosamente todos, os grandes partidos. Daí o "jogo da família" ter sido o do senta, levanta. Elementar.
Mas o caso mais famoso deles, fora o jogo entre Brasil x Portugal em 2008 no Distrito Federal. A receita do confronto girava em torno de 8,5 milhões de reais. A empresa contratada para agenciar o confronto era a Alianto, de Sandro Rossel, presidente do Barcelona e amigo de Teixeira. Ambos negam envolvimento um com o outro. A polícia descobriu cheques de uma das sócias da empresa, Vanessa Precht, a Ricardo Teixeira, pelo arrendamento de uma fazenda em Piraí.
Após um ano de sua denúncia, desfruta de casas de luxo em Miami, na flórida. Fora coberturas no Rio de Janeiro, estimulada em milhões.
Para seu posto, assumiu José Maria Marín, que dentre outras coisas fora cúmplice da ditadura militar, chegou a ser deputado pela ARENA(partido da ditadura). Certa vez proferiu uma nota no Diário de São Paulo, criticando a ausência da Tv Cultura na cobertura de eventos ligados ao partido. Discurso esse que resultou na morte do jornalista Vladimor Herzog, na época diretor de telejornalismo da emissora paulista.
Recentemente ESPN Brasil, o entrevistou, cobrando explicações sobre o episodio. O cartola nada explicou. E ainda nota-se nas imagens seu motorista dizendo a seguinte frase ao cinegrafista: passe por cima (com o carro).
No dia primeiro de abril de 2013, o deputado Romário(PSB) e o filho do jornalista vitimado pela ditadura, foram entregar uma petição com 55 mil assinaturas na CBF.
Marín coloca em risco a democracia e o futebol brasileiro. Os amantes sentem-se indignados com um cartola como esses no comando da nossa maior paixão.
Pela democracia, fora Marín !!!

Vídeo de Marín proferindo palavras asperas sobre a capacidade do ministro dos esportes Aldo Rebelo.
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=dfWC3-GJCKA

Marcus Vinícius Beck

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