29 de abril de 2013

Os quatro conjuntos que marcaram uma geração.

Que faz bem ouvir aquele rock clássico, isso ninguém discorda. Melhor ainda é o rock dos anos 60, com os Rolling Stones, The Who e companhia, fazendo aquilo que manda a cartilha dos rockeiros de plantão.

Simplesmente todos os sub-gêneros de rock, criados após a geração 60, está diretamente ou indiretamente ligado ao rock sessentista.

Faz bem aos ouvidos se maravilhar com aquilo de existe de melhor. O som contagiante dos vovôs desse maluco, porém contagiante gênero musical. Ou até, como muitos preferem classifica-lo, mais que um simples gênero, um estilo de vida.

Rolling Stones - Street Fight Man, Gimme Shelter 


Os Rolling Stones são como vinho, quanto mais passa o tempo, melhor os eternos velhinhos do rock passam a tocar.

Em street fight man, faz uma alusão aos acontecimentos que ocorreram nas universidades de Paris, em maio de 1968.

Musicalmente a energia toma conta dos já velhinhos do rock and roll. Ainda assim, muitos jovens de 20 anos, deixam a desejar no quesito energia, os Stones, jamais. Seu som é estridente, contagiante, impossível não se maravilhar.

Logo na introdução de Street Fight Man, as guitarras soam cruas, limpas, efervescentes. Sim, quem não conhece stones, automaticamente não conhece rock and roll.

Em gimme shelter, os nossos percursores do jeito rebelde de fazer tocar, dão uma acalmada na energia. Richards e Wood, dão mais ênfase ao sentimento, as duas guitarras falam, a platéia responde. Charlie Watts faz com rara competência a cama para um tal de Keith Richards e Ron Wood deitar, rolar, ou com maior naturalidade, brincar com as cordas de suas guitarras.

O rock não pode ter nenhum resquício sequer de complexidade, por isso, ele é adorados por muitos e odiamos por outros tantos.

The Who - My Generation


Bem, os eternos Pete Towshend, Rogert Deltrey, Keith Moon e John Entwistle, mostram aquilo que os fãs esperam.

Um começo típico, tocando um rock pesado, guitarra soa forte, linha épica do baixo de Entwistle e a voz única e inconfundível de Roger Deltery, sem falar da bateria de Keith Moon...

Ao final de my generation, presenciamos uma verdadeira demonstração do que são seus shows. Towshend, detona sua guitarra, Moon toca de maneira estridente sua bateria.

Meus amigos, Thw Who é para poucos. Precisa de uma alta capacidade mental de compreensão musical, ou até mesmo intelectual. Pois essa canção tem uma mensagem incrível, os londrinos relatam sua geração, a rebeldia juvenil...

Jimi Hendrix - Purple Haze


Jimi Hendrix símboliza um dos maiores expoentes da rebeldia da juventude da década de 1960.

O concerto no festival do woodstock está marcado na história da música. Existem relatos que Hendrix estava sobre efeitos do LSD, potente entorpecente, muito comum durante os míticos anos 60.

Considerada uma das melhores canções produzidas pelo rei da guitarra, purple haze, foi lançada como single em 1967, no álbum, Are you experience, ainda com os The Jimi Henrix Experience.

Alguns acreditam que sua letra faz apologia ao LSD. Tempos depois, sua letra era derivado de uma potente Marijuana. Descobriram que a própria marijuana fora batizada com o nome da música.

Hendrix está na história de toda uma geração. Pai da psicodelia, filho da rebeldia, os anos 60 eternizaram Hendrix, ou será, que fora o contrário ? Difícil saber...


The Doors - Touch Me



Exorbitante sucesso radiofônico em 1969, Touch Me, apresentou ao público um The Doors diferente do habitual. Fortemente influenciado pela corrente jazzistica, deixando a vertente psicodélica de lado.

Morrison e os The Doors, influenciam toda uma geração que vivia nas sombras da guerra da vietnã. Eram obrigados a prestaram alistamento militar aos 18, sem terem direito ao voto, apenas com 21 poderiam escolher representantes nos poderes. Isso gerou uma certa revolta em todos jovens americanos.

Impulsionados pela invenção da pílula anticoncepcional, a juventude da década de 60, faz o que todas as gerações da século XX jamais conseguiram fazer, viverem livres, como era o caso dos Hippies...

Touch Me, tem algumas levadas repleta de sensualidade, encabeçadas pelo naipe de metais . Morrison comanda todos com genialidade, daquele é rotulado com o maior vocalista da história do rock and roll.

Há mensagem passada na canção é erótica, sem deixar, a elegância que consagrou dois anos antes os californianos, de lado.

The Doors é junto com os Pink Floyd, os dois maiores conjuntos da música contemporânea. Musicalidade, sensualidade, poesia, são ingredientes recorrentes nas músicas daquele conjunto que é, considerado um ícone dentro do rock psicodélico.

Marcus Vinícius Beck

Timão se vinga com estilo da Ponte Preta


O Corinthians é frio, calculista e perfeccionista.

Deixou a Ponte Preta dominar o jogo nos primeiros 30 minutos, não chutou nem uma bola sequer na meta adversária.

Parecia apático de frio e de mão puxado, pensando apenas no duelo de quarta-feira, contra o Boca Juniors, em Buenos Aires, pela copa libertadores da América.

Daí, aos 31 minutos do primeiro tempo, Guerrero  tirou tinta da trave.

Que, no minuto seguinte, após uma ótima trama do ataque corintiano, Guerrero fuzilou o arqueiro Edson 

Bastos, deu rebote, e Romarinho não quis saber de brincadeira, e mandou para o fundo das redes, 1x0 em Campinas.

 E a macaca, permanecia 112 anos sem erguer uma taça.

Era a revanche do ano passado, com juros e correção monetária. Ainda mais em época de crise financeira que assola o sistema econômico mundial.

E para deixar os ponte pretanos cabisbaixos, Emerson fintou o marcador e marcou o segundo gol do timão.

Aos nove do segundo tempo, o árbitro entrou na história do Sheik, marcou pênalti injusto, e Guerrero marcou o terceiro tento da equipe de Parque São Jorge.

Estava tudo mais do que decidido em Campinas. A Ponte parecia nervosa, não engatava a primeira marcha. 

Danilo Fernandez simplesmente não trabalhou no duelo, principalmente no segundo tempo.

Edenílson entrou no lugar de Alessandro, já com amarelo, e Pato substituiu Romarinho.

Guerrero, após partida efêmera, deu lugar para o meia Douglas.

Edson Bastos faz milagre em chute de Pato. Douglas levantou na área e Pato cabeceou no canto do arqueiro da ponte. Vida de goleiro é dura.

Pato então resolveu entrar na área driblando, inclusive Edson bastos: 4x0.



Marcus Vinícius Beck

26 de abril de 2013

Os alemães pelo jeito invadiram a inglaterra


Os alemães pelo jeito insistem em invadir a Inglaterra. Se na segunda guerra mundial os alemães  foram frustrados, hoje esse “sonho” está cada vez mais perto, a um passo de se concretizar.

Isso por que o futebol alemão praticamente domina o cenário europeu. O Borrusia Dortmund fez 4x1 no 
Real Madrid, nesta quarta-feira, em Dortmund. Enquanto os bávaros trataram de dar uma sacudida nos 
catalães do Barcelona, 4x0, e fora o show de bola.

Lewandowski anotou 4 tentos, fez história. A defesa madrilena apresentou-se apática. Pepe e Varane estavam batendo cabeça, parece que não estavam falando a mesma língua.
O polonês abriu o placar logo aos 8 minutos, isso porque, dois minutos antes, o mesmo tinha perdido um gol.

Com uma falha lamentável do zagueiro Hummels, o real chegou ao empate com C.Ronaldo. O defensor alemão entregou a bola nos pés do argentino Higuaín, que percebeu a entrada do português e empatou o jogo. Intervalo no Signal Iduna Park, 1x1.

Mas quem disse que o Borussia iria sentir o peso de jogar contra o Real Madrid ? Não tomou nem conhecimento do rival!!!

Jürgen Klopp deu aula de futebol moderno. Os merengues estavam presos ao esquadrão de Klopp e Cia...
Aos 5 minutos do segundo tempo, Lewandowski recebeu livre na área e deu um toque para matar o goleiro López.

Quatro minutos depois, Lewandowski está novamente importunando a defesa madrilena. Desta vez Schmelzer chutou mascado. O polonês recebeu girou e marcou, 3x1, o esquadrão mandava e desmandava no jogo.

Mas ainda o Borussia não estava contente. Xabi Alonso fez pênalti em Reus. Advinha quem cobrou? Ele mesmo, Lewandowski. Bateu alto e forte no meio do gol, 4x1. Que chocolate...

Mourinho resolveu mudar sua equipe. Fez logo duas alterações, sacou Modric e Higuaín, entraram respectivamente Di Maria e Benzema. Nada adiantou, o jogo era dos alemães.


Marcus Vinícius Beck

24 de abril de 2013

Barça apático, Bayern fantástico



Com Messi visivelmente pela metade, os articuladores, pensadores e maestros dos barcelonistas, Xavi e Iniesta, foram vigiados de perto pelo esquadrão alemão.
Justiça seja feita, desde o ponta - pé inicial, o Bayern mostrou à que veio. . .

Thomas Muller faz aos 25 minutos do primeiro tempo faz 1x0, quando o placar já deveria estar no mínimo uns 3x0 para os alemães. A superioridade dos bávaros, talvez nem no Cam Nou lotado, com Messi um pouco mais inteiro, seja possível de reverter.
A defesa dos catalã, mais uma vez, sofreu em bolas áreas e ficou complexada com o bombardeio de Robben, Ribéry e, para variar com o maestro alemão, Schweinsteiger, ótimo no combate defensivo, extraordinário ofensivamente. O barça estava irreconhecível em Munique. 

Uma festa para 68 mil torcedores, devidamente recompensados pela sinfonia, digna de Beethoven. Que espetáculo !!!

Que aumentou o massacre com golaço de Robben, aos 28 minutos do segundo tempo, após jogada típica de futebol americano, no lateral Jordi Alba, não marcada pela arbitragem em seu segundo erro. 

O jovem zagueiro Bartra, teve duas chances, ao menos de anotar no tento aos espanhois, nada feito, para euforia da torcida barcelonista.

Já Muller, nas duas chances que teve, não teve papas na ponta da chuteira, porque ainda deu tempo de marcar 4x0, aproveitando cruzamento da esquerda.

A sinfonia bávara tem tudo para continuar em Barcelona. O Bayern fez com barça, o que os espanhois fizeram com nosso Santos.

Irreconhecível !!!

Marcus Vinícius Beck

21 de abril de 2013

Enfim começou o paulistão

Fim de semana definiu dois grandes jogos em São Paulo. Corinthians e Ponte Preta, e o clássico entre Santos e Palmeiras.
Santos tem reais possibilidades de conquistar o tetracampeonato paulista. Exatamente a 50 anos atrás, o mesmo Palmeiras impediu, naquela ocasião, o peixe contava com Pele e companhia. Hoje conta com Neymar, sem comparações.
A Ponte Preta tem motivos para sonhar com um triunfo sobre o Corinthians, no ano passado há macaca eliminou o timão nas quartas-de-final, no Pacaembu, jogo que marcou a saída do goleiro Júlio César, e marcou a entrada de Cássio no time titular.
Duas vezes, em 1977 e em 1979, a macaca decidiu o título com o Timão, sem êxito em ambas, viria a ser derrotada pelo São Paulo e Palmeiras, respectivamente em 1981 e 2008.
Será que os torcedores da Ponte Preta, terão a glória de festejar um grande título, aos 113 anos de vida ?
O Corinthians assim como o Palmeiras segue dividido pela libertadores. Hoje, o ataque corinthiano fora formado pelo trio, Emerson, Alexandre Pato e Guerrero. Notou-se claramente uma certa falta de entrosamento entre os três e o Corinthians perdeu na posse de bola, tanto que chegou a ganhar do fraco Atlético Sorocaba apenas na força individual.
Já na Itália, Juventus chega perto do bicampeonato nacional. Parece que não existe adversários a altura da Vecchia Signora no cálcio.
Bateu o Milan por 1x0 e ficou com a mão na taça. Agora a diferença para o Napoli é de 11 pontos, faltando apenas 5 rodadas para o final do campeonato.
No Rio de Janeiro, um pedido da Tv Globo fez mudar o jogo entre Botafogo e Resende , Fluminense e Volta Redonda, o primeiro pretendia jogar no domingo, já que enfrenta o Sobradinho nesta quarta pela copa do Brasil. Já o Fluminense, optava por jogar no sábado para ter um tempo maior de preparo, pois joga contra o Emelec pela copa libertadores da América.
A federação carioca de futebol desrespeitou o regulamento da competição.
Segundo o parágrafo 4 do artigo quarto do regulamento geral da competição, “as datas das partidas dos grupos F e G (semifinais da Taça Rio) serão determinadas em função da soma dos pontos ganhos obtidos no turno pelas duas associações de cada grupo, fazendo a primeira partida as associações com menor soma”.
Rede Globo sua mania de querer mandar no futebol brasileiro...


Marcus Vinícius Beck

19 de abril de 2013

A técnologia pode assassinar há arte ?


Há alguns anos a tecnologia tomou um espaço considerável dentro do mercado cultural.Alguns especialistas afirmam serem extremamente perigoso para os amantes dos produtos materiais. Sabemos também que os índices dos literatos caiu consideravelmente com websites como 4shared e Itunes. O primeiro possui um acervo de livros em PDF, seu download é simples e grátis. Já o segundo, trata-se da venda de músicas pela internet. Ou seja nos dias atuais, o hábito de adquirir livros, CDs, ou até mesmo o bom e velho vinil, vem se tornando “coisa do passado”. Então, será que a tecnologia pode assassinar a arte ?
Para a gerente das Livrarias Curitiba, Karla Schüller, há tecnologia pode ser um fator crucial para comercialização dos produtos artísticos. Nicolas Spark(escritor norte-americano) , por exemplo, vendeu aproximadamente 40 milhões de cópias.Já os livros modernistas de poetas  como: Paulo Leminski, Carlos Drummond de Andrade, quase nunca saem das prateleiras. Segundo a gerente, os aparelhos tecnológicos podem influenciar na comercialização, estimulando por exemplo, a leitura entre os jovens através dos games.
Mas para o responsável pelo sebo espaço cultural, na rua quinze de novembro, no centro de Ponta Grossa, Ademir, a televisão e a internet vem prejudicando o comercio cultural, seja na indústira fonográfica, cinemetográfica, e principalmente a literária. As emissoras televisivas da grande massa, seriam as principais responsáveis pela redução considerável nos estabelecimentos que comercializam os produtos ligados as artes.
As bancas de revistas são as que mais sofrem com o avanço tecnológico . As assinaturas  com preços reduzidos prejudicam enormemente as bancas, afirma seu João, proprietário de uma banca em frente a praça do colégio regente Feijó, também no centro de Ponta Grossa.Seu João, afirma que em 30 anos de profissão, jamais se deparou com índices tão baixos como nos dias atuais. O que mantém viva as bancas de revistas são o público fiel.
Jornais como Folha de São Paulo, Estado de São Paulo, até mesmo o ponta-grossense jornal da manhã, chegam nas bancas apenas 1 tiragem, quando no máximo 2 tiragens por dia. Número preocupante. Ainda mais preocupante seria o prejuízo dos proprietários das bancas.
As trilhas sonoras de tele-novelas, e artístas ligados ao sertanejo universitário, lideram o ranking dos mais procurados das Lojas Americanas, afirma o funcionário Júlio.  Para ele, o Itunes prejudica e faz o artísta. Cita ainda exemplo de inúmeros cantores com apenas um single nas paradas de sucesso. Indagado sobre o lançamento do escritor americano E L James, Júlio, revela que Quinta tons de cinza vende de maneira avassaladora. O curioso que por se tratar de um livro erótico, com temas complexos, seu sucesso é principalmente entre o público adolescente.
Pois como diria o poeta:” Que as bibliotecas fosse o aconchego de quem tem os pés descalços”. Dentre todas as certezas presentes. Duas ficam explicitas. Os livros digitais jamais tomaram o lugar do material. Os vinis, ou cd´s, se tornaram eternizados. Itunes, PDF, entre outros recursos tecnológicos, dificilmente tomaram o lugar dos bens culturais materiais. O que é eterno será eternizado. Pode-se passar, 20,30,40 anos depois de seu lançamento(como o The dar side of the moon dos Pink Floyd), ele continuará a entoar corações mundo a fora. Sim, isso é obra-de-arte.    


Marcus Vinícius Beck 

As ruínas da vida

Caminho por ruínas da vida
Paro em uma árvore, ascendo um cigarro
Das minhas vísceras escorre lágrimas melancólicas
Anseio seu corpo, seu alma, nossa sintonia 

Em teus lábios esbeltos de carne
Está escrito palavras prazerosas
Teus lábios serão eternizados nos meus

Entrego meu coração na festa do teu corpo
O poeta afirma: A nudez da mulher é a obra divina mais bela
No teu jardim quero apenas há pétala mais bela

Em seus seios quero tocar
Sentir a carne que recobre seu coração
Toda beleza é repleta de sentimento
O amor é belo, mas machuca

Marcus Vinícius Beck


Uma vergonha chamada libertadores

Com chaveamento decidido,uma vergonha chamada libertadores da América faz do futebol um ringue de luta livre
No Chile, Zé Roberto anotou com um voleio maravilhoso, a bola bateu na canela do meio-campista brasileiro, matando o arqueiro chileno. O craque gremista ainda tentou mais algumas vezes, mas não conseguiu ampliar o marcador.
Os chilenos voltaram com sangue nos olhos. Dida quando fora exigido, apareceu com autoridade, digna do goleiro que jogou no Milan da Itália e possui em seu currículo duas copas do mundo.
No Brasil bastava o empate para o Fluminense passar de fase. No primeiro tempo, o tricolor carioca pressionava, mas sem êxito.
No final do primeiro tempo, ficamos com a nítida sensação de que o nervosismo por parte dos jogadores do Fluzão estava influenciando dentro das quatro linhas.
Mas Rafael Sobbis em meados do segundo tempo anotou aquele que seria o tento da classificação. O mesmo Sobis ainda participou de lances importantes no contexto da partida.
Enquanto isso no Chile, cenas horríveis tomaram conta do espetáculo no fim da partida. Luxemburgo fora ao chão, derrubado por jogadores do Huachipato, no momento em que saía sorridente do gramada.
Será que o Conmebol fará algo, ou ficará por isso mesmo. Uma vergonha chamada Copa Libertadores. Jogar fora de casa é sinônimo de violência.

Marcus Vinícius Beck

12 de abril de 2013

Vs - Pearl jam


Segundo álbum da banda grunge Pearl Jam. Lançado em 1993, tendo como carro-chefe há faixa Daughter. Nesse segundo trabalho, o grupo americano sentiu a pressão de ao menos tentar igual o sucesso do antecessor Ten, de 1991.
Ao colocarmos o Cd no rádio, sentimos o poder dos rapazes de Seattle, em Go. Logo em seguida aquela canção que é o principal Single do álbum, Daughter, com violões frenéticos e tranquilizantes. Também jamais podemos esquecer Animal, verdadeiro rock and roll, obrigatória até hoje nos shows, principalmente no começo do espetáculo, para o público ir ao delírio. 
Ao pularmos para a quarta música do disco, nos deparamos com Dissident, maravilhosa. Em Blood nossos ouvidos sentem há sincronia dos violões de Mike McCready e Gossard, no melhor estilo folk-rock. 
Bem, ouvir esse trabalho somos apresentados há versatilidade dos estadunidenses. Para aqueles que ainda sismam em proferir palavras afirmando que Pearl Jam é apenas uma "bandinha" de grunge, recomendo ouvir inúmeras vezes Vs. Sentir um dos melhores trabalhos desse que para mim é o maior grupo de grunge de
todos. Nele é nítida a presença da influência do rock clássico, ala The Who e companhia.

Link para download: http://www.4shared.com/rar/QftShZqs/Pearl_Jam_-_Vs__1993_.htm

Marcus Vinícius Beck 

11 de abril de 2013

O começo da batalha


Corinthians e Palmeiras podem fazer aquele que é considerado um dos maiores clássicos do futebol brasileiro, nas oitavas-de-final da taça libertadores da América. Tudo depende do resultado do alviverde diante do Sprting Cristal nesta Quinta-feira, no Peru.
O treinador Gilson Kleina se diz pronto para o confronto. Já o corinthiano Tite, prefere não confrontar o seu maior rival já nas oitavas. Para o comandante, travar uma batalha contra adversários estrangeiros agora tornaria o cenário favorável ao timão.Vale lembrar que o Boca Juniors é um possível candidato.
Declaração insegura vinda do treinador campeão mundial. Pode gerar desconfiança para na fiel torcida. Evitar os palmeirenses não é vergonha, e sim respito. Dispensa comentários quem é a melhor equipe. Meu coração alvinegro chora.
Tite tem sim seus motivos para temer os palmeirenses, afinal, trata-se do maior rival. Um histórico não muito amigo nas competições continentais, dramatiza, o campeão dos campeões para esse possível batalha. Qual corinthiano que nunca ouviu falar da épica semi-final da libertadores de 1999, em que a decisão para há final fora decidida nos pênaltis ? Marcada pelo desperdício nas penalidades máximas pelo maior jogador do Todo Poderoso na ocasião . Marcelinho Carioca parou nas mãos de Marcos. Palmeiras avançou. O sonho ficou para 2012. Inúmeras esperanças em vão.
Temer o Palmeiras não é nenhuma vergonha, muito pelo contrário. Agora, o “professor” precisa estimular seus jogadores. Declarações como essa gera desconfiança. Qual sofredor, quer ver o treinador da sua equipe inseguro ?
Esse jogo promete. Ser sofredor tem seu lado ruim. Mas no fim das contas, vale muito a pena.
Como diz o outro: Aja coração...

Marcus Vinícius Beck

3 de abril de 2013

A vida da vecchia signora ficou difícil.



Juventus e Bayern de Munique fizeram aquele que seria(em tese) o confronto mais equilibrado das quartas-de-final da champions league. Lego engano. Logo aos 30 segundos de bola rolando, Alaba abre o marcador com um chute forte da intermediaria. A bola desviou no chileno Vidal e morreu no fundo das redes. O ídolo Buffon nada pode fazer.
Os italianos em primeira instancia não se abateram. Pressionavam os bávaros. Pirlo cobra falta com veneno. Vidal arrisca de fora da área, assustando o goleiro Nauer. Mas a grande oportunidade dos bianconeri surgiu em cobrança de escanteio do maestro Prilo, o atacante italiano Matri desviou de cabeça. Jogada perigosa.
Mas a dona da casa mandava e desmandava no jogo. Tanto que Robben teve a oportunidade de marcar três vezes. Ribery incomodava Barzagli. O defensor italiano não se encontrava em campo, o francês dava aula de como jogar futebol.
O Bayern chegou ao gol com um chute do volante brasileiro Luiz Gustavo. O arqueiro italiano bateu-roupa. Mandzukic(impedido) aproveitou o rebote, passou para Miller, com o gol escancarado teve apenas o trabalho de empurrar para as redes. O placar era 2x0. O desespero aflorava a pele da Vecchia Signora, em meados do segundo tempo.
Antonio Conte tirou Quagliarella e Matri. Em suas lugares entraram Vucinic e Giovinco. Ataque rápido.
Mas a pergunta que não quer calar é a seguinte: por que o treinador italiano escalou Matri e Quagliarella ? Ambos encontravam-se apáticos dentro de campo. Diferente do derby com a Internazionale no fim  de semana, que o gol da vitória saiu dos pés de Alessandro Matri.
Certamente fora uma daqueles bizarras de treinador. Quem pagou o pato foi há Juventus que tem uma tarefa dificílima na próxima quarta-feira em Turim. Talvez se Giovinco e Matri iniciassem o jogo há história fossem outra. Pois a partida aclamava por velocidade por parte dos visitantes. Vai entender o que se passa pela cabeça dos “professores” do esporte bretão...


Marcus Vinícius Beck

1 de abril de 2013

CBF, a máfia que controla o futebol brasileiro


A CBF(confederação brasileira de futebol), como sabemos usa o nome da federação, executa o hino nacional em jogos, ou seja, uma pátria de chuteiras. Possui lucro exorbitante, uma verdadeira empresa privada.
Ricardo Teixeira fora presidente da CBF durante décadas. Nesse tempo recebeu inúmeras acusações. Livrou-se com há ajuda de parlamentares amigos. Até CPI(comissão parlamentar de inquérito) do congresso nacional decidiu investigar o mandatário quando o Brasil foi derrotado de maneira misteriosa, na final do mundial de 1998 pela França. Alguns até afirmam que Teixeira se reuniu com jogadores da seleção horas antes da decisão.
Assinou um contrato milionário com Nike, em 1996, girando algo em torno de 160 milhões de reais. A entidade Brasileira que controla nosso futebol apresentava lucros, porém após há assinatura do contrato recheado, passou de maneira oculta a não apresentar mais lucros. E aí, será que o cartola tem culpa no cartório ?
Logo após a campanha vitoriosa da seleção no mundial dos Estados Unidos em 1994, Teixeira chegou há chantagear um policial federal no aeroporto galeão no Rio de Janeiro. Junto de sua bagagem afirmam jornalistas, possuía uma Máquina de chopp, entre outros equipamentos para seu restaurante na zona sul carioca. Em 2007, a bancada da bola agiu novamente sob influência de Ricardo Teixeira e de 12 governadores  que previamente foram à Europa a convite de Ricardo Teixeira, por ocasião da escolha do país sede da Copa do Mundo de 2014, para impedir a instalação da CPMI do Corinthians/MSI, com a retirada de votos a favor da CPMI na última hora. O argumento era que a CPI poderia influenciar na escolha da sede. No epsódio, 71 parlamentares mudaram de opinião, e apenas 3 se justificaram.
Sobre o episódio, Juca Kfouri escreveu: Momento trágico: nada mais repulsivo que a campanha do presidente da CBF contra a CPMI Corinthians/MSI. E nada mais revelador de quem são alguns parlamentares de todos, rigorosamente todos, os grandes partidos. Daí o "jogo da família" ter sido o do senta, levanta. Elementar.
Mas o caso mais famoso deles, fora o jogo entre Brasil x Portugal em 2008 no Distrito Federal. A receita do confronto girava em torno de 8,5 milhões de reais. A empresa contratada para agenciar o confronto era a Alianto, de Sandro Rossel, presidente do Barcelona e amigo de Teixeira. Ambos negam envolvimento um com o outro. A polícia descobriu cheques de uma das sócias da empresa, Vanessa Precht, a Ricardo Teixeira, pelo arrendamento de uma fazenda em Piraí.
Após um ano de sua denúncia, desfruta de casas de luxo em Miami, na flórida. Fora coberturas no Rio de Janeiro, estimulada em milhões.
Para seu posto, assumiu José Maria Marín, que dentre outras coisas fora cúmplice da ditadura militar, chegou a ser deputado pela ARENA(partido da ditadura). Certa vez proferiu uma nota no Diário de São Paulo, criticando a ausência da Tv Cultura na cobertura de eventos ligados ao partido. Discurso esse que resultou na morte do jornalista Vladimor Herzog, na época diretor de telejornalismo da emissora paulista.
Recentemente ESPN Brasil, o entrevistou, cobrando explicações sobre o episodio. O cartola nada explicou. E ainda nota-se nas imagens seu motorista dizendo a seguinte frase ao cinegrafista: passe por cima (com o carro).
No dia primeiro de abril de 2013, o deputado Romário(PSB) e o filho do jornalista vitimado pela ditadura, foram entregar uma petição com 55 mil assinaturas na CBF.
Marín coloca em risco a democracia e o futebol brasileiro. Os amantes sentem-se indignados com um cartola como esses no comando da nossa maior paixão.
Pela democracia, fora Marín !!!

Vídeo de Marín proferindo palavras asperas sobre a capacidade do ministro dos esportes Aldo Rebelo.
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=dfWC3-GJCKA

Marcus Vinícius Beck

O freguês voltou...


A bola rola. São Paulo começa melhor, toques envolventes, Ganso resolvendo apresentar um futebol parecido com aquele jogado no Santos na época do título continental.
Alessandro falha, Oswaldo que não tem nada a ver com isso, arranca pela esquerda, abre na direita para Jadson, com total tranqüilidade abre o marcador no Morumbi. 1x0. A equipe mandante cadenciava bem o jogo. Passes de efeito no meio-campo. O São Paulo perdeu algumas chances de gol.
Partindo do principio que, quem não faz leva. Com o São Paulo não fora diferente. O timão do parque são Jorge, aproveitou. Emerson virou com maestria o jogo, passe preciso, 30 metros, no pé de Danilo. Esse dominou na esquerda, o zagueiro marcava sua perna esquerda, cortou para dentro, batendo de pé direito. Como diz no jorgão do futebol: “a bola entrou aonde há aonde a coruja dorme”.
Corinthians começou a crescer na partida. São Paulo errava, Luís Fabiano apático.
Após um recuo bizarro de Rafael Toloí, Alexandre Pato com uma velocidade incrível vence Rogério Ceni. O arqueiro chutou o pé do atacante corinthiano. O juiz assinala pênalti. Pato bate firme no canto direito de Ceni. 2x1 timão.
A partida fora disputada com energia semelhante  das partidas de copa libertadores da América. Majestoso digno dos grandes. Quanto tempo no domingo não havia um confronto assim. Um bom presente de natal.
Ao bando de louco, expresso minha felicidade intensa. Já aos são paulinos, desejo sorte. Fazem 10 anos que não conseguem ganhar nada do Corinthians. Mas como vêem dizendo os tricolores de plantão: “esse jogo não valia nada, veremos na mata-a-mata”. Estaremos esperando ansiosamente por um confronto. Pois fazem 10 anos, chega a dar uma certa pena, não ?

Marcus Vinícius Beck