26 de maio de 2012

Escritos de um vagabundo

A boêmia me matou
Sou um lixo com pensamentos
Algo quer sair do meu cérebro
Mais meu fígado chora com uma criança

Na minha cabeça não tenho respostas
A beleza não é obter respostas
Mas sim amor
A vida é movida através do amor

Acendo um cigarro
Pensamentos vem e vão
Flashes passam pela minha mente
Hoje tem mais
O fim está longe de chegar
Eu quero sua companhia em minha vida

Meu cigarro acaba
Mas meus pensamentos continuam
Batendo uns contra os outros
Escrevo poemas vangabundos
Quero alcool
Lubrificar a alma carregada de nada

O fim vem se aproximando
Todos ao meu redor
Sentem o medo
O medo é algo corriqueiro
Um dia ele vai te matar
Eu quero foder?
Eu preciso beber ?
Não quer me acompanhar querida ?

Marcus Vinícius Beck

Alcool, a cura da vida

Que o tempo venha
Eu quero sentir a beleza da vida
Beber uma cerveja na fonte da poesia
E mergulhar nos laços da sabedoria
Com pensamentos que me levam ao alcool

Venha, eu quero sentir seu fogo
Apagar suas chamas virou minha ambição
Nada tem sentido
Os sentidos não tem sentidos
Eu preciso da noite para viver e sentir a felicidade
Durante o dia meus pensamentos são futeis

A beleza é algo unico
Você é única em meus monótonos dias
A escuridão diurna não sai da minha vida
Preciso da noite
Preciso de alcool
Preciso de foder para sentir a vida
Para olhar para seu lindo sorriso sentir seu calor

Vamos beber
Talvez a cura para a sociedade esteja em uma garrafa de cerveja
Ou em uma mesa de bar junto com as pessoas mais vagabundas
Porém os mais sensíveis

Marcus Vinícius Beck

Seu retrato assustador

Vejo seu retrato em todos os lugares
Tudo caminha para apenas um lugar
A sua imagm ainda não saiu do meu raciocinio
Acompanhe-me em direção ao paraíso

Vamos beber da fonte da liberdade
A poesia liberta-me das mazelas intelectuais
Eu e você formamos um lindo laço de amor
Talvez o universo nos una algum dia

O fato é que eu te amo
Não imagino meus dias sem você
Siga-me quero leva-la ao céu
Tratar-te como uma rainha
E ao mesmo tempo te amar

Em minha poesia vagabunda
Sua presença em minha vida é retratada
O mundo não acredita em nós
Vamos beber para fonte poética
E dar risada dos caretas
E seu medo pragmático da vida

Marcus Vinícius Beck


25 de maio de 2012

Barão Vermelho, essencia do rock nacional



      Sempre ao escutar Barão Vermelho encontro-me super emocionado, pois foi a banda que me introduziu no caminho do rock and roll, graças a essa saudosa banda carioca que conheci as mais variadas bandas de rock, no seu livro me encontrei com suas histórias, isso é Barão Vermelho, a melhor banda do enfraquecido Rock Nacional.
    A começar pelas Guitarras de Roberto Frejat e Fernando Magalhães, que como diria o saudoso Ezequiel Neves, podem iluminar uma cidade de 1 trilhão de habitantes, percebemos essa força maravilhosa no solo de “ O poeta está vivo”, que classifico como o melhor solo de guitarra do rock nacional, o feeling é genial, passa uma sensação melancólica.Down em min também não fica muito atrás, um blues na essência, na primeira versão uma musica carregada, agora a versão do MTV Ao Vivo, gravada e lançado em 2005, notamos um drama na guitarra de Frejat, musica de “cabelo em pé”.
    Barão é muito mais do que uma simples banda de rock and roll, bem nos primórdios do conjunto, percebíamos o talento dos 4 garotas, entre eles Cazuza, o maior poeta de sua geração, fazendo um tipo de som único e esbanjando modernidade e ao mesmo tempo algo inédito, com letras de cunho crítica, sarcástico e poético, salve Cazuza.
    Talvez essa banda seja o meu xodó, pois em uma adolescência em que se escutavam essas musicas muito mal produzidas e de uma intelectualidade vergonhosa, posso me considerar um cara até certo ponto sortudo, pois o Barão me introduziu ao rock, me colocou no caminho da música de verdade e também dos livros e poetas, através do livro.Barão volta, precisamos de seu som, de alguém que mostre como é que se faz rock and roll sem frescura e melodramático, que por incrível que parece já estamos muito, mas muito cansados de ouvir.Viva o Rock and roll de qualidade, viva o Barão Vermelho, sempe eternos.

24 de maio de 2012

Falta de auto-crítica

Eu não entendo seu pensamento
Me crítica, seu um otário ao seu ver
Mas percebo sua ignorância
Sua mente é muito precaria

Eu preciso pensar
O melhor exercício somente eu posso práticar
Vamos foder e usar nosso poder
O único que realmente pode causar distordias

A vida das pessoas é recheada de monotonia
Vocês são vendidos como se fossem mercadorias
Acham que a vida é isso
Ser vendido e ao mesmo instante um idiota
Auto-crítica falta, agora dinheiro eu tenho para compar um time de futebol

Marcus Vinícius Beck

Timão, maduro, numa bola. E no sufoco!

Os primeiros 45 minutos no lotado e tenso Pacaembu terminaram como os 90 do repleto e molhado São Januário: sem gols.

Com mais iniciativa do Vasco, que fez prevalecer o talento de Juninho Pernambucano, maestro cruzmaltino.

E com lances mais agudos do Corinthians, pelo menos dois, em chute travado de Emerson e numa cabeçada de Paulinho que Fernando Prass defendeu com brilho.

Mas Cássio trabalhou mais que o goleiro vascaíno e o primeiro tempo terminou sob clima de respeito, para não dizer medo,entre os dois times e muita luta, marcação implacável, como se fossem dois Chelseas em campo, embora devedores em técnica e emoção.

No intervalo, a decisão iria para a marca da cal.

O segundo tempo começou num perde e ganha danado e logo aos 4 o Vasco perdeu Feltri e Felipe teve de entrar na lateral.

Não havia o que desencruasse o clássico.

Aos 10, por reclamação, O técnico Tite, que exagerou, foi expulso pelo árbitro, que também exagerou…

Curiosamente, sem Tite no banco, o Corinthians esboçou ir mais à frente.

Aos 17, Alessandro estourou uma bola em Diego Souza no meio de campo e o vascaíno foi até a cara de Cássio, que defendeu milagrosamente, na melhor oportunidade do jogo.

Na cobrança do escanteio, Nilton cabeceou tirando uma lasca do travessão corintiano.

Cristovāo Borges tirou Éder Luís e pôs Carlos Alberto.

Tite, no alambrado, sentiu a barra e providenciou a entrada de Willian no lugar de Jorge Henrique.

Ao contrário do primeiro tempo, o Corinthians tinha mais a bola e o Vasco era mais perigoso.

O segundo tempo chegava aos 30 minutos, duas horas de jogos, com cara de pênaltis, mas, aos 34, Emerson mandou na trave vascaína, depois de leve desvio de Prass.

Foi o último lance do Sheik, trocado por Liedson.

Um fósforo que fosse aceso explodiria o estádio tamanho o pavor de tomar gol e 38 mil torcedores, 36 mil pagantes, mordiam o lábio de aflição.

Parecia que os times poderiam jogar durante dois anos que o gol não sairia.

Aos 42, porém, Paulinho subiu mais que todo mundo e explodiu o Pacaembu, mas de alegria: 1 a 0!

Em seguida, por pouco Rômulo não classificou o Vasco, em má saída de Cássio.

O Corinthians, depois de 12 anos, volta às semifinais da Libertadores.

Foi no sufoco, graças à maturidade do time que não sofre gols e à fortuna, porque o Vasco também poderia ter liquidado o jogo com Diego Souza.

Mas só um se classifica.

Por enquanto, o Corinthians é o time brasileiro nas semifinais.

O Rio ficou sem representante.

Que Santos tenha o seu.

Juca Kfouri

22 de maio de 2012

A máfia do "bem"...


    A rede globo é dona de um monopólio de informação, e como sabemos com a cultura de massa não é diferente, hoje temos ao nosso redor milhares de artistas absolutamente inítil intelectualmente  e musicalmente, basta um romance barato e 3 acordes e pronto, nasceu um hit, e logo logo, já estará na “boca do povo”.Mas  eu (falo em meu nome), estou cansado de ser subordinado a essa manipulação, ninguém conhece o que é bom, apenas o que está “na moda”.
   Vejamos, por que Michel Telo, foi o primeiro colocado nas paradas de sucesso na Europa ? Por que sua gravadora é a som livre, das organizações globo, ou seja ela fez o artista, mas como tudo tem seu preço, ele precisou se enquadrar no método capitalista do mundo da música, nem que pra isso tenha que se passar de babaca.
    O verdadeira cultura de massa é desconhecida pela população, quem ouve um Pink Floyd hoje em dia ? Apenas os que buscam informações, ou que tem anos de vivência e sabem o que é bom ou ruim, não se contentam com uma musiquinha que até minha bisavó faria com a maior facilidade, não preciso falar o conto é uma pobre esse tipo de musica.
    O meu maior desgosto como jovem é presenciar pessoas com telencéfalo altamente evoluído, consumirem algo por que está na moda, isso prova que os cérebros estão sendo fortemente controlados pela máfia global, mas muitos não se dão conta.
    A rede globo manipula tudo o que pode e não pode, um exemplo disso ocorreu nas eleições presidenciais de 1989 quando Fernando Collor ganhou, mas mais tarde foi renunciado do cargo por corrupção, muitos não imaginam, mas naquele momento era para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ganhar, mas a globo encheu os pauzinhos e assim elegeu aquele que foi um dos maiores bandidos que o Brasil já teve.
    Com a cultura de massa não deixa de ser diferente, musicas que tocam em novelas conseguentemente tornam-se um sucesso e líder das principais paradas de sucesso do país e em alguns casos do mundo também, dando ao artista milhares de prêmios, isso sempre termina e ninguém nunca mais ouve falar que um dia existiu sertanejo “universotário”.
    Estou cansado de vivenciar o que a globo quer,  necessitamos de pessoas que saibam o que está acontecendo e assim divulguem e esclareçam o que realmente é a realidade para milhares de pessoas, nosso espaço tem de ser respeitado, afinal aonde foi parar a democracia ?